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Posts de Novembro, 2008

De uma flor

”Até minha alma descansar, até minha raiva se dissipar, até meu coração voltar pra casa.”

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Nem por um momento pensei te esquecer…
Exija tudo de mim, menos que eu me permita esquecer.
Você foi meu primeiro amor, a primeira dor…
Por você, eu me esqueci de mim, do meu mundo, para ser sua, fazer parte do seu universo.
E temo ter sido nada pra você.
Mas você foi o todo… Meu ontem, hoje e [...]

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Música

Hoje ouvi nossa música e não doeu mais.

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O amor é ilógico.
Tomam-se dois para tornar-los um.
Às vezes cala para abrandar o mal e por outras fala para exasperar o bem.
Não tem silhueta pronta, não tem conjugação.
É verbo pra lá de imperfeito.
É doar-se por completo e inseguro.
É tiro na escuridão.
É cegar os olhos e se deixar conduzir ao léu.
É o atropelo de si.
É [...]

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Então te digo: vem!
À frente, um mundo novo, a alegria.
Vem, vamos ousar.
Mão sobre mão, boca com boca, quatro pernas, nenhuma vergonha.
Outros encaixes, infindáveis desejos.
Permita que eu descanse meus olhos em você e deixarei que repouse em mim.
Paixão e desapego ou, talvez, revolução e sossego.
O céu pode se abrir…
Só peço que venha comigo.

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The space between

“…
The Space Between
What’s wrong and right
Is where you’ll find me hiding, waiting for you
The Space Between
Your heart and mine
Is the space we’ll fill with time
The Space Between…”

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Um três um um

Era o pior dia, pensei.
Era o dia escolhido para decretar a morte.
E pretendia me fazer reclusa em mim e agonizar.
Mas despertei num sopro bom.
A chuva cessou e foi quando se fez a sorte.
Decidi que era também o dia para celebrar a vida.
O fresco, o novo, o puro, o encantado.
A presença trouxe outras esperanças, deixou [...]

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Dia bom

Ontem à noite recebi um beijo seu e dormi feliz. O dia acordou chorando e eu sorrindo.

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Confidências

Abre-se comigo que me abrirei contigo e com segredos compartilhados selaremos feito túmulos.

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Compasso

Acreditei nas suas mentiras
segui seus passos
raros, caros
compasso
Passeio…
Olhei as paredes vazias
e seus ladrilhos efêmeros
Nossa breve existência
compasso
Seus passos
Meus passos
Vertical ao vento
Fui ao chão
me quebrei
arranquei sua máscara
rara, cara, dissimulada
seus círculos
vício
compasso
meus passos
até dobrar sua esquina
e te dizer adeus.

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